Angola prepara-se para receber, já nos dias 12 e 13 de Setembro, o E1 Luanda GP 2026, quinta etapa do Campeonato Mundial de barcos elétricos. A competição decorrerá na Baía de Luanda e assinalará a estreia do primeiro campeonato mundial de embarcações totalmente elétricas no sul de África.
O programa reserva o dia 12 para os treinos e a qualificação, realizando-se a corrida principal no dia 13. Participarão dez equipas e 20 pilotos, com cada formação a apresentar uma dupla composta por um homem e uma mulher.
Em prova estarão Aoki Racing Team, Sierra Racing Club, Sports.com Predict Team Miami, Team AlUla, Team Blue Rising, Team Brady, Team Drogba Global Africa, Team Monaco, Team Rafa e Westbrook Racing by Visit Angola.
Uma verdadeira ‘galeria de notáveis’, como Willie Smith, Tom Brady, Le Bron James, Rafael Nadal e Didier Drogba, ‘patrões’ de algumas equipas da E1, poderão rumar a Luanda
O campeonato reúne equipas pertencentes ou associadas a algumas das maiores figuras mundiais do desporto e do entretenimento, entre as quais Will Smith, que ainda recentemente esteve em Luanda, LeBron James, Tom Brady, Rafael Nadal, Didier Drogba, Virat Kohli, Steve Aoki e Marc Anthony.
Pese embora a organização ainda não ter divulgado o número total de pessoas que viajarão até Angola, além dos 20 pilotos, são aguardados responsáveis das equipas, engenheiros, mecânicos, técnicos, elementos da organização, equipas de produção televisiva, patrocinadores, jornalistas, investidores e convidados. Uma estimativa logística prudente aponta para a deslocação de 400 a 500 pessoas diretamente ligadas ao campeonato, número que poderá aumentar com os visitantes atraídos pelo evento.
Para a organização da E1, a escolha de Luanda demonstra a ambição de Angola e a sua capacidade para acolher grandes competições internacionais. O país deverá manter-se no calendário em 2027 e 2028, reforçando uma parceria considerada estratégica.
O turismo será um dos sectores mais beneficiados, com impacto na hotelaria, restauração, transportes e serviços locais. O evento pretende ainda aproximar empreendedores angolanos de investidores internacionais e promover projetos relacionados com mobilidade sustentável, inovação tecnológica e economia azul. Com mais de 1600 quilómetros de costa, Angola procura transformar a prova numa montra mundial do seu potencial turístico e económico.























