Vários países já começaram a mobilizar as suas forças aéreas para apoiar a Venezuela, depois do devastador sismo que atingiu o país na quarta-feira e provocou pelo menos 600 mortos e mais de 2.980 feridos. Enquanto as equipas continuam à procura de sobreviventes entre os escombros, aviões militares de diferentes nações transportam bombeiros, equipas de busca e salvamento, médicos, cães farejadores e toneladas de ajuda humanitária.

O Chile enviou um avião Boeing KC-135 da Força Aérea para transportar bombeiros especializados em resgate urbano e equipamento pesado. A Colômbia mobilizou um Boeing 737 para levar polícias e peritos em operações de emergência. Já os Estados Unidos destacaram aviões C-17 Globemaster III e C-130 Hercules, que transportam equipas de salvamento, logística e ajuda humanitária, além de anunciarem um pacote de apoio financeiro de cerca de 129 milhões de euros (150 milhões de dólares).

O Brasil também confirmou o envio de ajuda. A Força Aérea Brasileira vai destacar um Embraer KC-390 Millennium, que transportará bombeiros brasileiros especializados em operações de busca e salvamento, reforçando a resposta internacional à tragédia.

A mobilização demonstra a dimensão da catástrofe. As Nações Unidas coordenam a chegada de equipas internacionais de resgate, enquanto vários países da América Latina, Europa e América do Norte enviam meios aéreos, profissionais e equipamentos para acelerar as operações e tentar encontrar sobreviventes nas zonas mais afetadas. As autoridades venezuelanas alertam que o número de vítimas poderá aumentar nas próximas horas, à medida que as equipas conseguem chegar às áreas mais destruídas.