O valor médio da avaliação bancária na habitação subiu para um novo máximo em maio de 2026, atingindo 2.208 euros/m², mais 34 euros do que em abril e 17,1% acima do mês homólogo de 2025, segundo dados divulgados pelo INE.
As regiões do Oeste e Vale do Tejo e do Norte foram as que registaram o crescimento mais expressivo em cadeia, ambas com +1,9%. Em termos homólogos, a Península de Setúbal destacou‑se com uma variação de 22,5%, sem que se tenham verificado quebras, nem mensais nem anuais.
Nos apartamentos, o valor médio fixou‑se em 2.580 euros/m², representando um aumento de 19,7% face a maio de 2025. As avaliações mais elevadas ocorreram na Grande Lisboa (3.378 euros/m²) e no Algarve (2.945 euros/m²). Já o Alentejo e o Centro apresentaram os valores mais baixos, com 1.584 euros/m² e 1.686 euros/m², respetivamente.
Para calcular o indicador de maio de 2026, o INE considerou 35.552 avaliações, 22.139 apartamentos e 13.413 moradias, um acréscimo de 0,8% face ao mesmo período do ano anterior. Comparando com abril, realizaram‑se mais 1.069 avaliações (+3,1%). O cálculo inclui habitações com área bruta privativa entre 35 e 600 m² e imóveis avaliados no âmbito de pedidos de crédito à habitação.

















