O preço do cabaz alimentar registou uma descida de 3,74 euros na última semana, a maior queda desde o início de abril. Ainda assim, em comparação com o início do ano, o cabaz está 13,75 euros mais caro e encontra-se atualmente nos 255,57 euros.

A descida da última semana fixa-se nos 1,5%, enquanto o aumento desde o início de 2026 representa 5,69%. Os dados são da DECO PROteste, que começou a acompanhar a evolução do valor do cabaz alimentar em 2022, aquando do início da guerra na Ucrânia. Na época, o cabaz valia 183 euros e, desde então, aumentou 72,57 euros, o equivalente a uma subida de cerca de 40%.

Nesse período de quatro anos, o peixe e a carne praticamente duplicaram de preço, sendo os produtos que mais aumentaram. O peixe está 54% mais caro e a carne aumentou 48%.

Já na última semana, os produtos com aumentos mais acentuados são couve coração, pão de forma sem côdea, manteiga com sal, feijão manteiga e queijo flamengo. Desde o início deste ano, a dourada, o peixe-espada preto e a perca do Nilo registaram as maiores variações.