Sam Neill morreu esta segunda-feira, dia 13, aos 78 anos. A notícia foi confirmada pela família, através de uma publicação nas redes sociais.
"É com imensa tristeza que a whānau [família] de Sam Neill partilha a notícia do seu falecimento na segunda-feira, 13 de julho, em Sydney, na Austrália. Sam estava rodeado pela família e faleceu com a dignidade que caracterizou toda a sua vida", pode ler-se na mensagem divulgada no Instagram.
A família revelou ainda que a morte do ator neozelandês foi inesperada, sublinhando, no entanto, que o ator tinha conseguido ultrapassar o linfoma angioimunoblástico de células T, um raro tipo de cancro no sangue que lhe foi diagnosticado em 2022.
"A perda foi repentina e inesperada, mas abençoada pelo facto de o Sam ter permanecido livre do cancro. Gostaríamos de expressar a nossa mais profunda gratidão à equipa do St Vincent's Private Hospital pelos cuidados extraordinários que prestou", acrescenta a nota.
Ao longo de várias décadas de carreira, Sam Neill construiu um percurso marcante no cinema e na televisão. O reconhecimento internacional chegou em 1993, quando integrou o elenco de ‘O Piano’, de Jane Campion, vencedor de três Óscares, e deu vida ao icónico paleontólogo Alan Grant em ‘Parque Jurássico’, realizado por Steven Spielberg. Voltou a interpretar a personagem em ‘Parque Jurássico III’ (2001) e ‘Mundo Jurássico: Domínio’ (2022).
Antes desse sucesso mundial, destacou-se em produções como ‘Sleeping Dogs’ (1977), o primeiro filme neozelandês a estrear nos Estados Unidos, ‘My Brilliant Career’ (1979), ‘Possession’ (1981), ‘Ivanhoe’ (1982), ‘Evil Angels’ (1988) e ‘The Hunt for Red October’ (1990).
Mais recentemente, integrou o elenco da série ‘Peaky Blinders’, onde interpretou o inspetor Chester Campbell, uma das principais figuras antagonistas das duas primeiras temporadas da produção criada por Steven Knight.

















