Portugal e várias cidades europeias registaram este sábado, dia 16, fortes aglomerações e incidentes no lançamento da edição limitada do relógio Royal Pop, resultado de uma colaboração entre a Swatch e a fabricante de relojoaria de luxo Audemars Piguet.
O lançamento do modelo, com preço aproximado de 350 euros, levou milhares de pessoas a formar filas desde a noite anterior e, em alguns casos, durante vários dias, devido à elevada procura.
Em França, a situação mais tensa registou-se nos arredores de Paris, onde a polícia teve de recorrer ao uso de gás lacrimogéneo para dispersar uma multidão de cerca de 300 pessoas junto a uma loja da Swatch. O incidente provocou danos numa porta metálica e em estruturas de segurança, levando as autoridades a considerar que as medidas de controlo de acesso tinham sido insuficientes.
Situações semelhantes ocorreram noutros países europeus. Em Itália, em Milão, registaram-se empurrões à abertura de uma loja, segundo imagens divulgadas por meios locais. Nos Países Baixos, a polícia interveio junto a um centro comercial perto de Haia após centenas de pessoas se concentrarem no local, tendo algumas lojas optado por não abrir por razões de segurança, incluindo espaços em Amesterdão e Utrecht.
No Reino Unido, várias lojas foram encerradas preventivamente em Londres e noutras cidades, depois de grandes ajuntamentos no exterior, com a Swatch a justificar a decisão com motivos de segurança.
Em Nova Iorque, a abertura da loja em Times Square ficou igualmente marcada por momentos de confusão e empurrões entre os presentes, com alguns compradores a descreverem a situação como “caótica”, após longas esperas iniciadas dias antes.
Em Portugal, o lançamento também gerou grande afluência, com vídeos partilhados nas redes sociais a mostrarem filas extensas à entrada da loja do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, levando à presença de elementos policiais no local para prevenção de incidentes.

















