Angola está a afirmar-se como um dos principais polos de audiência do 24Horas nas redes sociais, nomeadamente no Facebook. Em setembro último, o país alcançou o terceiro lugar entre as origens das visualizações da plataforma, apenas atrás de Portugal e do Brasil, enquanto Luanda subiu mesmo à segunda posição no ranking das cidades, logo após Lisboa, e à frente de Sintra, São Paulo, Porto, Rio de Janeiro e Braga.

Os números mostram uma progressão consistente do projeto éangola!: o peso de Angola na audiência passou de 2,7 por cento em julho para 3,4% em agosto e chegou aos 4,4 pontos em setembro. Em apenas três meses, o país ganhou 1,7 pontos percentuais e consolidou o terceiro lugar na classificação.

Luanda acompanha esta trajetória. A capital angolana representou 2,7 por cento das visualizações em setembro, mais duas décimas do que no mês de agosto, quando estava empatada com Sintra. A distância para Lisboa, que mantém a liderança, encolheu de 2,3 para apenas 0,5 pontos percentuais, o que indicia a possibilidade de, até ao fim do ano, as duas capitais virem a disputar a liderança deste ‘ranking’ de acessos.

A evolução evidencia a crescente adesão do público angolano aos conteúdos do 24Horas e reforça a importância deste país na expansão digital da marca, e na consolidação como plataforma de informação do mundo lusófono. Num espaço de língua portuguesa que liga Portugal, Brasil e Angola, Luanda assume um protagonismo cada vez maior, tornando o mercado angolano central para o desenvolvimento da plataforma e da sua oferta editorial.

INFLAÇÃO EM ANGOLA DESCE PARA 8,43%

A inflação homóloga em Angola recuou para 8,43 por cento em setembro, menos 0,36 pontos percentuais do que em agosto, prolongando assim a trajetória de desaceleração dos preços. O valor resulta de cálculos com base no Índice de Preços no Consumidor Nacional, divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística.

A manutenção da taxa abaixo dos dois dígitos representa um sinal favorável para a economia, embora existam fatores e que os preços estejam a subir. Por exemplo: a educação registou a maior subida homóloga, com 18,53 por cento, bastante acima da média nacional, enquanto a alimentação e as bebidas não alcoólicas fixaram-se nos 9,54%. Por outro lado, a saúde e as bebidas alcoólicas, e tabaco aumentaram 9,10%, enquanto a habitação, água, eletricidade e combustíveis encareceram 9,07 por cento.

A desaceleração alivia o ritmo de perda de poder de compra, mas ainda não recupera o rendimento já absorvido pelas subidas anteriores, sendo que para as famílias, o impacto dependerá também da evolução dos salários e da capacidade de acompanhar o custo de vida.