Angola conseguiu reduzir a prevalência do Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) de 2 para 1,6 por cento na população entre os 15 e os 49 anos, mantendo-se entre os países com as taxas mais baixas da África subsaariana.
Os resultados constam do Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS 2023-2024) e refletem os progressos alcançados na prevenção, diagnóstico precoce e acesso aos tratamentos antirretrovirais, sendo que em 2025, cerca de 70% das pessoas que viviam com VIH conheciam o seu estado serológico, 79% destas encontravam-se em tratamento e, entre os doentes tratados, 85 por cento apresentavam carga viral suprimida.
Apesar dos avanços, estima-se que aproximadamente 370 mil pessoas vivam com VIH em Angola, mantendo-se importantes desafios no combate à doença, particularmente entre mulheres e jovens, pelo que o governo angolano pretende acelerar os programas de prevenção e acompanhamento médico, procurando atingir, até 2030, as metas internacionais 95-95-95 estabelecidas pelo ONUSIDA.

















