Luanda quer afirmar-se como plataforma regional da aviação executiva, apoiada na localização geográfica de Angola e na procura de serviços de transporte por parte de petrolíferas, empresas mineiras e instituições financeiras.
A ambição é partilhada por operadores e prestadores de serviços do setor, que identificam nestas atividades económicas uma base para desenvolver o mercado e ampliar a sua dimensão regional. A concretização desse potencial depende, porém, de infraestruturas adequadas e da disponibilidade de profissionais qualificados.
Em Angola, o segmento organiza-se em torno de três modelos de negócio: operação e gestão de aeronaves, fretamento de voos e assistência em terra. Entre as empresas presentes neste mercado encontram-se a Bestfly, a Jetfleet Aviation e a VIPAero.
São atividades complementares, que abrangem tanto a disponibilização dos meios aéreos como o apoio necessário às operações. O desenvolvimento de uma plataforma regional exige, por isso, capacidade de resposta ao longo de toda a cadeia de serviços.
A procura empresarial constitui o ponto de partida desta aposta, mas a ambição vai além das deslocações dentro do território angolano: passa por posicionar Luanda como um centro de apoio à mobilidade de negócios na região.

















