O Vaticano avançou com um projeto para preservar a sua história documental através da digitalização, que visa facilitar o acesso público e a disseminação, e que, numa fase posterior, incluirá a utilização de Inteligência Artificial.
O objetivo é gerir, proteger e preservar este património documental, num processo que procura também facilitar o seu acesso e divulgação internacional. Para tal, foi criada uma infraestrutura para satisfazer requisitos críticos, como a digitalização sem contacto, a reprodução em alta resolução e a ingestão automática de grandes volumes de informação para garantir a integridade e a segurança dos dados.
Para alcançar esse objetivo foram integradas soluções como o ScanSnap SV600 da PFU, a divisão de scanners da Ricoh, que permite a digitalização de materiais encadernados sem manuseamento agressivo, com a série fi, concebida para o processamento intensivo de documentos.
O projeto inclui a adoção de soluções e tecnologias avançadas de gestão documental, como o RAG (Retrieval-Augmented Generation), que irá melhorar a recuperação de informação e avançar para um arquivo ainda mais sofisticado, com digitalização de imagens com maior definição (600 dpi). Está também prevista uma segunda fase de trabalho, com foco na inteligência artificial.

















