Angola está a transformar a água num dos pilares estratégicos do seu desenvolvimento económico e social. Sob a orientação do Presidente João Lourenço e com a execução das políticas do sector liderada pelo ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, o país tem vindo a concretizar investimentos estruturantes destinados a melhorar as condições de vida das populações, dinamizar a agricultura e a pecuária e criar novas oportunidades de crescimento económico.
O exemplo do Cunene é particularmente significativo. Numa região historicamente marcada pela seca, a construção do Canal do Cafu, com cerca de 165 quilómetros, está a transformar a realidade de numerosas comunidades. Onde antes a escassez de água condicionava a sobrevivência das famílias e dos seus rebanhos, surgem hoje novas possibilidades de produção agrícola e desenvolvimento da atividade pecuária.
É precisamente essa transformação que o vídeo evidencia, através dos testemunhos de quem passou a beneficiar de um recurso essencial não apenas à sobrevivência, mas também à criação de riqueza.
O Programa de Combate aos Efeitos da Seca no Sul de Angola (PCESSA), lançado em 2019 e avaliado em cerca de 4,2 mil milhões de dólares, constitui uma das principais apostas do Executivo. A estratégia conduzida pelo Ministério da Energia e Águas procura substituir as respostas de emergência por soluções duradouras, capazes de garantir segurança hídrica e estimular as economias locais.
À construção do Canal do Cafu juntaram-se, mais recentemente, as barragens de Ndúe e Calucuve, inauguradas em Setembro, que reforçam a disponibilidade de água para consumo humano, agricultura e abeberamento de centenas de milhares de cabeças de gado.
João Baptista Borges tem defendido uma abordagem integrada, na qual a água deixa de ser encarada exclusivamente como uma necessidade básica para assumir também o papel de instrumento de desenvolvimento territorial, combate à pobreza e diversificação económica.

Os resultados começam a refletir-se nos indicadores nacionais. Segundo os dados oficiais, a cobertura do abastecimento de água ultrapassa atualmente 62% da população, com o Governo a estabelecer a meta de superar os 65% até ao final do mandato.
Mais do que construir barragens, canais e sistemas de abastecimento, trata-se de criar condições para fixar populações, gerar emprego, aumentar a produção alimentar e reduzir as desigualdades regionais.
Num país com enormes potencialidades agrícolas, garantir água é também garantir as bases para um crescimento económico mais sustentável e inclusivo. É essa a dimensão estratégica de uma política que está a transformar um dos maiores desafios históricos de Angola numa oportunidade de desenvolvimento.

















