Os novos Certificados de Aforro passam a estar disponíveis para subscrição a partir da próxima semana, com uma taxa de juro bruta inicial de 2,35%, que poderá aumentar progressivamente até um máximo de 3,35%, em função da permanência da aplicação. De acordo com as condições divulgadas pelo Governo, a remuneração efetiva no arranque será de 2,71%, refletindo a fórmula de cálculo definida para esta nova série.
O novo produto de poupança do Estado mantém o objetivo de incentivar a aplicação das poupanças das famílias em instrumentos de baixo risco, oferecendo uma alternativa aos depósitos bancários tradicionais. A subscrição poderá ser efetuada nos CTT, no IGCP e através dos canais digitais disponíveis para os aforradores.
Uma das principais novidades, como conta o Correio da Manhã, é o aumento significativo do montante máximo de investimento por titular, que passa para 1 milhão de euros, reforçando a capacidade de captação de poupança por parte do Estado. O limite anterior era substancialmente inferior.
A taxa base de 2,35% poderá ser acrescida de prémios de permanência ao longo do tempo, permitindo que a remuneração atinja um máximo de 3,35% para os investidores que mantenham a aplicação durante o período previsto nas condições da série.
Os Certificados de Aforro continuam a garantir o reembolso do capital investido, constituindo um dos instrumentos de poupança mais procurados pelos pequenos aforradores devido à segurança associada à garantia do Estado. A nova emissão surge num contexto em que o Governo procura reforçar a atratividade deste produto, mantendo uma remuneração competitiva e um enquadramento que privilegia a poupança de médio e longo prazo.

















