A administração de Donald Trump anunciou a prorrogação, por mais um ano, da emergência nacional dos Estados Unidos em relação ao Brasil, mantendo em vigor a ordem executiva assinada em julho de 2025. A decisão preserva o enquadramento jurídico utilizado pelo governo norte-americano para justificar as medidas adotadas contra o país e será publicada no Federal Register, o diário oficial dos EUA.
No comunicado, a Casa Branca afirma que continuam a existir razões para considerar que determinadas políticas e ações do governo brasileiro representam uma ameaça à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos. O documento também repete críticas à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), cita alegadas restrições à liberdade de expressão e faz referência à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A renovação não cria novas sanções nem impõe medidas adicionais. Trata-se da extensão, por mais 12 meses, da declaração de emergência emitida em 2025, conforme prevê a legislação norte-americana. Com isso, o governo dos Estados Unidos mantém em vigor os instrumentos legais que sustentam as medidas já adotadas, prolongando um dos principais pontos de tensão nas relações diplomáticas entre Washington e Brasília.
















