Hermínio Loureiro, de 60 anos, volta a sentar‑se no banco dos arguidos, num novo processo sobre irregularidades, em ajustes diretos, no município de Oliveira de Azeméis.
Segundo o Ministério Público, Hermínio Loureiro, o ex‑vice‑presidente, Ricardo Tavares, um engenheiro que fiscalizava obras, dois irmãos empreiteiros e duas empresas de construção civil terão participado em ilegalidades relacionadas com duas empreitadas de repavimentação, realizadas em 2013, em plena pré‑campanha autárquica.
As obras, adjudicadas em 2013 e 2014, por quase 300 mil euros, deveriam ter sido submetidas a concurso público, algo que não aconteceu. O advogado de Hermínio Loureiro garante à Lusa que o ex-autarca “não cometeu qualquer crime” e que irá demonstrar isso em tribunal.
O caso resultou de uma investigação que culminou em junho de 2017 com a detenção de sete pessoas. A acusação sustenta que alguns dos arguidos usaram montantes de fundos de maneio da Câmara de Oliveira de Azeméis para pagarem despesas com refeições e outros gastos pessoais, bem como as despesas com a sede concelhia de um partido político.

















