Lisboa, Porto, Braga, Aveiro, Coimbra e Faro têm amanhã protestos pelo direito à habitação. Os dois maiores são as marchas convocadas pelas “acampadas” de Lisboa e do Porto, ao início da tarde.
Em Braga, a concentração está marcada para as 15h00, junto ao Chafariz da Avenida Central.
No Porto, a manifestação parte às 16h00 da Praça da Batalha em direção à Praça D. João I. Foi aprovada na quinta-feira em “assembleia popular”, e o movimento convidou a CGTP e a UGT a juntarem-se. A comunicação prévia do protesto já foi enviada à Câmara do Porto.
Em Aveiro, há uma “assembleia popular” às 15h00, na Praça da República, junto à Câmara Municipal.
Em Coimbra, a concentração é às 15h00, na Praça 8 de Maio.
Em Lisboa, a “marcha contra a especulação e pelo direito à habitação” sai às 15h00 do Marquês de Pombal e termina no Rossio. O protesto foi aprovado por unanimidade na “assembleia popular” de quarta-feira à noite. É no Rossio que o movimento se junta há vários dias.
Em Faro, a concentração abre o dia, às 10h00, na Praça da Liberdade, junto à Pontinha.
À tarde é a vez do Funchal, com uma “assembleia popular” às 18h00 no Jardim Municipal.
A vaga de protestos começou no Porto a 10 de outubro e chegou depois a Lisboa e a outras cidades. As mobilizações surgiram poucos dias depois de o Parlamento aprovar a nova lei do arrendamento, que está agora em discussão na especialidade.
Na terça-feira, dia 20, as autoridades retiraram dezenas de tendas do Rossio e detiveram 55 manifestantes, que vão ser presentes a juiz no dia 27.
O movimento do Porto anunciou ainda que vai avançar com uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos para levar ao Parlamento seis propostas. Entre elas estão a reversão da lei do arrendamento, o fim dos despejos, tetos às rendas e o aumento do parque habitacional público.

















