Angola arrecadou 8,33 mil milhões de dólares com a exportação de petróleo bruto no terceiro trimestre de 2026, mais 31,82% do que no mesmo período de 2025. Em comparação com o trimestre anterior, as receitas recuaram 6,71%.

Entre julho e setembro, o país exportou 88,74 milhões de barris. O volume cresceu 0,22% face aos três meses anteriores, mas diminuiu 2,87% em termos homólogos, segundo o balanço apresentado pelo secretário de Estado para o Petróleo e Gás, José Barroso.

O preço médio das ramas angolanas fixou-se em 93,825 dólares por barril. A China manteve-se como principal destino, absorvendo 39,86% das exportações, seguida da Índia, com 18,45%, de Itália, com 5,63%, e de Espanha, com 5,03%.

No gás natural, Angola exportou cerca de 788,96 mil toneladas, das quais 94,44% corresponderam a gás natural liquefeito. O volume caiu 48,11% face ao trimestre anterior e 51,49% em relação ao período homólogo, devido à paragem programada da fábrica Angola LNG para manutenção.

As receitas das exportações de gás atingiram aproximadamente 867,13 milhões de dólares, menos 30,12% em termos trimestrais e 3,40% em termos homólogos. A Índia recebeu 83,14% do gás natural liquefeito exportado, seguindo-se a Coreia do Sul e a Indonésia.