A greve dos trabalhadores da Administração Pública registou, esta segunda-feira, dia 2, uma adesão de 80% na saúde e de 60% na educação, segundo dados divulgados pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS). A paralisação provocou perturbações em hospitais, centros de saúde e escolas de todo o País.
"A adesão à greve é de 80% na saúde", afetando "o serviço de cirurgia programada, consultas externas e análises a nível nacional", afirmou à agência Lusa o vice-presidente do sindicato, Diogo Nina.
Apesar dos constrangimentos, foram assegurados os serviços mínimos nas Unidades Locais de Saúde, incluindo tratamentos de quimioterapia, imunoterapia, hemodiálise e serviços de dádiva de sangue.
A paralisação de 24 horas começou à meia-noite e termina às 23:59, abrangendo a administração central, regional e local.
Entre as principais reivindicações estão a contratação de mais trabalhadores, a revisão do sistema de avaliação de desempenho e a criação de um cartão de refeição com um valor diário de 10,20 euros, isento de impostos.
O sindicato anunciou ainda novas greves para 30 de novembro e 2 de dezembro, através da Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap).

















