Luís Montenegro, de 53 anos, justificou esta quinta-feira, dia 2, a decisão do Governo de decretar a situação de alerta em Portugal continental com as elevadas temperaturas previstas para os próximos dias e garantiu que acompanhará "ao detalhe" a evolução das condições meteorológicas e do risco de incêndio.
Numa publicação na rede social X, Luís Montenegro afirmou que a medida foi tomada "devido às altas temperaturas que o País enfrenta", sublinhando que o Executivo está a acompanhar permanentemente a situação: "Acompanho a evolução da situação ao detalhe."
O chefe do Governo AD apelou também ao sentido de responsabilidade da população: "Cada um de nós tem a responsabilidade de prevenir e fazer a sua parte. Peço a todos que respeitem as indicações das autoridades. Todos somos necessários para proteger a nossa comunidade e o nosso território."
A declaração surge depois de o Governo ter anunciado a entrada em vigor da situação de alerta até segunda-feira, na sequência do agravamento das condições meteorológicas e do risco de incêndio rural. A medida determina um conjunto de restrições excecionais, entre as quais a proibição de queimadas e queimas, da utilização de maquinaria em trabalhos agrícolas e florestais suscetível de provocar ignições, bem como do uso de fogo-de-artifício e outros artefactos pirotécnicos.
O anúncio foi feito pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, após uma reunião do Comando Integrado de Prevenção e Operações, que alertou para um "agravamento muito significativo das condições atmosféricas" nos próximos dias, justificando a adoção de medidas extraordinárias de prevenção e proteção civil.

















