O ministro da Administração Interna falou esta terça-feira, dia 1 de setembro, no Funchal, ao fim de semanas de silêncio, e garantiu que não larga o cargo. Sobre os sofás, televisões e equipamentos de ginásio apreendidos em 2022 ao traficante Rúben Oliveira e reclamados pela Polícia Judiciária, que então dirigia, alegou ter aplicado a lei. Quanto ao uso de viaturas apreendidas, invocou legislação de 2007. Atribuiu as notícias que o visam à inveja de pessoas que afastou da corporação.
As declarações surgem no dia fixado pelo Chega para decidir se entrega uma moção de censura ao Governo, caso Luís Montenegro não demitisse o ministro. O primeiro-ministro tem desvalorizado a pressão.

















